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Os perigos de nos sentirmos perdidos em tempos de pandemia — e como nos encontrarmos

Updated: Jan 27

Eu sou mulher dos anos 80, adepta de um bom cruzar de olhares na rua mesmo com máscara, mas em plena quarentena no meu apartamento de 42 metros quadrados, sozinha com o cão, lá troquei o preconceito pelo telefone. “Ai, credo, o Tinder é terrível, quem é que está no Tinder?” Ninguém. Apenas milhares de pessoas cujo estado de emergência é mais carência de amassos.

Hoje quero falar-vos de bem-estar e espiritualidade, que é como que diz sentirmo-nos bem seguindo a nossa natureza mais humana e menos tecnológica.

Não importa a idade, onde vives nem o título de trabalho. Não importa se vives sozinho, partilhas a casa com amigos, desconhecidos ou família, na cidade ou no campo, se estás de pijama ou de fato. Estamos todos metidos numa grande alhada. É como se estivéssemos a viver uma ​Vipassana​ intensiva ou a tirar uma pós-graduação em Desenvolvimento Pessoal, mesmo quem foge da espiritualidade a sete pés.


Bem-vindos ao ano do coronavírus, a era da produção de conteúdos em massa, da massa mãe produzida em casa e dos gurus virtuais, onde o ​online dating​ e a Marie Kondo estão trending ​em todo o planeta. Hoje quero falar-vos de bem-estar e espiritualidade, que é como quem diz sentirmo-nos bem seguindo a nossa natureza mais humana e menos tecnológica.


Ler artigo completo aqui, originalmente publicado no jornal Publico.

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